domingo, 28 de julho de 2013
terça-feira, 23 de julho de 2013
Kamisama
Kami-sama (Deus?), A palavra japonesa para "divindade." A palavra é usada para indicar qualquer tipo de deus, seres de um lugar mais alto ou pertencentes a uma esfera diferente da existência, ou o Deus judaico-cristão.
Kamidana
Kamidana (altar kami-dana?, Lit. "Deus-shelf") são altares domésticos em miniatura previstos para consagrar um kami Shinto. Eles são mais comumente encontrado no Japão, a casa de culto kami.
O kamidana é normalmente colocado no alto de uma parede e contém uma grande variedade de itens relacionados às cerimônias de estilo Shinto, a mais importante das quais é a shintai, um objeto destinado a abrigar um kami escolhido, dando-lhe, assim, uma forma física para permitir a adoração . Kamidana shintai são mais comumente pequenos espelhos circulares, embora eles também podem ser pedras (magatama), jóias, ou algum outro objeto de valor, em grande parte simbólica. The kami dentro do shintai muitas vezes é a divindade do santuário local ou de um particular a profissão do dono da casa. uma parte do kami (Bunrei) foi obtido especificamente para esse fim de um santuário através de um processo chamado kanjo.
Culto no kamidana tipicamente consiste na oferta de orações simples, alimentos (por exemplo, arroz, frutas, água) e flores. [4] Antes de adoração no kamidana é ritualmente importante para os membros da família para limpar as mãos.
Kamidana também pode ser encontrado em algumas tradicional arte marcial japonesa dojo.
sexta-feira, 19 de julho de 2013
Kata do Estilo Shotokan
HEIAN SHODAN - PAZ(hei) e TRANQUILIDADE(an) - Primeiro
HEIAN NIDAN - PAZ e TRANQUILIDADE - Segundo
HEIAN SANDAN - PAZ e TRANQUILIDADE - Terceiro
HEIAN YONDAN - PAZ e TRANQUILIDADE - Quarto
HEIAN GODAN - PAZ e TRANQUILIDADE - Quinto
TEKKI SHODAN - CAVALEIRO de FERRO (tetsu=ferro, Ki=cavaleiro) - Primeiro
TEKKI NIDAN - CAVALEIRO de FERRO - Segundo
TEKKI SANDAN - CAVALEIRO de FERRO - Terceiro
BASSAI DAÌ - ROMPER a FORTALEZA - Longo
KANKU DAÍ - CONTEMPLAR o CÉU (Kan=olhar,ku=nada,vazio, céu) - Longo
jutte/JITTE - DEZ MÃOS (ju-dez,te=mão)
HANGETSU - MEIA LUA (han=metade, meio, guetsu=lua)
ENPI - VÔO da ANDORINHA (en=pássaro, pi=vôo)
GANKAKU - GROU SOBRE a ROCHA (gan=rocha, kaku=a garça sobre)
JION - AMOR e GRATIDÃO (ji=amor universal, delicado, gentil; on=amor, benevolência, bondade)
BASSAI SHO - ROMPER A FORTALEZA - Curto
KANKU SHO - CONTEMPLAR o CÉU - Curto
CHINTE - MÃOS ESTRANHAS (chin=estranho, esquisito, te=mão)
UNSU - MÃOS DE NUVENS (un=nuvem, su=mão)
SOCHIN - PAZ INABALÁVEL (so=robusto, vigor, enérgico, chin=suprimir, ficar calmo)
NIJUSHIHO - 24 PASSOS/MOVIMENTOS
GOJUSHIHO DAÍ - 54 PASSOS - Longo
GOJUSHIHO SHO - 54 PASSOS - Curto
MEIKIO - ESPELHO LIMPO (mei=claro,kyo=espelho)
JIIN - AMOR PROTECÇÃO (ji=amor universal, delicado, gentil, in=sombra)
WANKAN - COROAÇÃO DO REI (wan=rei, Kan=corvo)
quinta-feira, 18 de julho de 2013
História do Karatê-do
História do Karatê-do
Em todos os países do mundo existe, em maior ou menor grau, a arte marcial com a finalidade de preservar e prosperar seu povo e seus descendentes e, em Okinawa (Ryukyu) existia tradicionalmente o “te” como uma arte de defesa pessoal.
Okinawa é a principal ilha do arquipélago RyuKyu,formado aproximadamente por 70 ilhas, localizado entre a ilha de Taiwan e o Japão. Okinawa pertence hoje ao Japão, mas antigamente Okinawa (Ryukyu) se subdividia em três : “Hoku San”, Chu San” e “Nan San” e cada uma formava um governo autônomo, mas em 1429 foram unificadas pelo Rei ShoShin de “Chu San” em um só Reino de Ryukyu e, o governo com finalidade de preservar a estabilidade do Reino por longo tempo, adotou a política de proibição da posse de armas, na época do Rei ShoShin.
Esta proibição proporcionou um grande desenvolvimento do “te” e também do kobudo (usando utensílios de pesca, agricultura e da vida cotidiana para combate).
Entre os séculos 14 e 15,chamada “Era dourada do Comércio”, onde Okinawa se transformou num grande centro de comércio entre a China e os países Sudeste Asiático.
Em conseqüência, as relações diplomáticas, culturais e comerciais se estreitaram entre Okinawa e os países do Sudeste Asiático principalmente a China e graças ao fluxo de pessoas (monges, soldados, comerciantes e imigrantes) e de cultura entre Okinawa e a China, o Okinawa-te foi enriquecido pela da arte marcial chinesa (chugoku kenpo) e outras artes marciais vindas do exterior, como a de Taiwan entre outras. Desta forma a arte de luta foi transformada e começou a ser chamada de To-de ou To-te . A palavra “To” representava primeiro a dinastia Tang, da China, e posteriormente passou a representar a própria China; To-de significava, então, “mão chinesa” devido à grande influência do Kempo sobre esta arte marcial okinawense (Okinawa-te).
Em 1609, na invasão de Okinawa pelo Japão (clã Satsuma) foram proibidos o uso e a posse de armas e, isso causou um fator inevitável para o desenvolvimento de “te” (carate) como arte de defesa pessoal. Pela Conversa dos anciões, os samurais de Okinawa (praticantes de caratê) se escondiam dos olhares de outras pessoas durante o dia e, treinavam à noite secretamente, longe de lugares habitados, dentro de matas de montanhas, para aumentar seus golppes de punhos tendo como parceiro de treinamento a natureza tais como árvores e rochas.
Com a tradição de várias épocas, os samurais de Okinawa acrescentaram à capacidade de “te” os elementos espirituais como boas maneiras de conduta e educação, se esforçando para o estabelecimento do caminho da arte marcial “Budo”, e o desenvolvimento para o atual “carate-do”.
Havia naquela época três cidades muito importantes em Okinawa: Shuri (a capital), Naha e Tomari Gusuku (distrito de controle direto da dinastia), e devido ao desenvolvimento do Te em cada uma delas ser um pouco diferente, cada “estilo” adotou o nome da cidade onde estava sendo desenvolvido. Assim surgiram o Shuri-te , o Naha-te e o Tomari-te.
O Shuri-te era um estilo considerado como derivado do “Shaolin externo”, bastante explosivo e rápido. Um dos grandes mestres deste estilo foi Sokon "Bushi " Matsumura (1809-1901), aluno do mestre Sakugawa. Este mestre ensinou sua arte não só aos habitantes de Shuri como a alguns praticantes das outras cidades. O Naha-te era um estilo forte e que fazia ênfase na respiração e como tal, foi descrito como “Shaolin interno”.
O “Shuri-te” era chamado de escola Shorin e “Naha-te” de escola “Shorei”. Na época de seus melhores discípulos, a escola “Shorin” (mata luminosa) foi denominada de escola “Shorin” (mata pequena) pelo professor Choshin Chibana (falecido) e a escola “Shorei” denominada “Goju” pelo professor Chojun Miyagui (falecido) e assim continua até hoje.
Quanto a “Tomari-te” é uma mistura de “Shuri-te” e “Naha-te” e quanto a sua sucessão resta uma parte como a associação “Gohaku”.
Atualmente, associaram a estas 3 escolas mais duas: Uechi-ryu e Matsubayashi-ryu, formando 5 principais estilos. Porém, atualmente, estas 5 principais escolas se ramificaram em várias outras escolas devido a diferença de pensamento de seus discípulos.
retirado: http://www.shidokan.com.br
Confederação Brasileira de Karatê
A Confederação Brasileira de Karatê é uma entidade que regulamenta o caratê esportivo no Brasil. Representante de 26 federalçoes estaduais, filiada a WKF e vinculada ao Comitê Olímpico Brasileiro. A CBK, foi fundada no dia 11 de setembro de 1987, na sede da Confederação Brasileira de Pugilismo, na cidade do Rio de Janeiro. Em que pese o caratê ser uma arte marcial, a entidade tem por escopo enfocar mais os aspectos lúdico e desportivo da modalidade. É uma entidade pioneira.
Diretoria fundadora
Presidente: Fauzi Abdala João
Vice-Presidente: Hugo Nakamura
Secretário: Alcir Magalhães
Tesoureiro: Aldo Lubes
Diretor Técnico: Teruo Furusho
Diretor Médico: Camilo Moraes de Albuquerque Lins
Diretor de Rel.Públicas: Ubirajara Silva
Diretor Jurídico: Antônio Ferreira Pinto
Informações de: Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
O treino do karatê proporciona
Aspectos ligados diretamente no desenvolvimento prático
GINÁSTICA:
Fundamentalmente com exercícios coordenados ordenadamente, trabalha todas as articulações, desenvolvendo gradativamente o sistema de alavancas do corpo humano, bem como o fortalecimento muscular antagônico e suas variantes, reforçando o equilíbrio em toda a estrutura muscular. Através das KATAS e dos diversos tipos de KIHON, exercita-se de forma natural e progressiva, toda a estrutura física necessária e fundamental.
ALONGAMENTO:
Consequentemente com o trabalho articular desenvolvido durante as aulas complementa-se em função das posturas de base adotadas, com variações nos deslocamentos, o alongamento dos músculos e tendões. E através dos movimentos dos membros superiores e inferiores coordenados entre si, que por sua vez juntamente com a ação do tronco, trabalham simultaneamente em sentidos contrários, gerando um equilíbrio e consequentemente o alongamento de todo o sistema muscular solicitado.
AGILIDADE:
Tal qualidade é notada, considerando a velocidade de reação através dos movimentos, visto a movimentação em várias direções, desenvolvida individualmente e em duplas, e do trabalho dinâmico corporal explorado nas mais diversas situações e condições.
COORDENAÇÃO MOTORA:
O processo de desenvolvimento físico – mental adquirido no treinamento sistemático do Karatê-Dô Tradicional é notório, observando o trabalho dos membros superiores e inferiores, igual em ambos os lados e consequentemente ativando o lado direito e esquerdo do cérebro.
TERAPIA:
O estímulo cerebral empregado durante uma aula de Karatê-Dô Tradicional enfoca a conscientização do seu “Eu” interior, interagindo como instrumento de ação e reação as circunstâncias, condicionadas a superação de si mesmo como principal agente do processo construtivo e informativo, como ser humano no meio social.
RELAXAMENTO:
Considerando a atividade aeróbica e anaeróbica empregada durante as sessões, uma vez que em cada movimento deverá haver uma ação contrária, logo todo o sistema muscular é trabalhado em sincronia. Juntamente com um trabalho de contração e descontração, proporcionando uma agradável sensação de bem estar e relaxamento tanto do aspecto físico como mental.
CONCENTRAÇÃO:
A capacidade de atenção é observada logo nas primeiras aulas, onde o trabalho de assimilação nos movimentos é fundamentalmente direcionado a coordenação motora com objetivos específicos. E desta forma com o passar do tempo o aluno desenvolve a concentração necessária para o correto desempenho das suas ações e funções enquanto Karateca, participante num processo de crescimento continuo como ser humano.
DETERMINAÇÃO:
O homem por sua natureza quer alcançar sempre mais, contudo a busca por alguma coisa implica em saber onde buscar e o que realmente se busca. Assim sendo torna-se fundamental a conscientização da sua capacidade em conseguir o que se quer alcançar e da importância em se lutar para consegui-lo. O Karatê-Dô Tradicional é um meio para se chegar a este estado de auto-afirmação, com um real propósito de ação em função de alguma coisa construtiva para o verdadeiro crescimento interior, e a satisfação em poder si sentir pleno e abundante em todas as suas realizações.
DISCIPLINA:
Conquistar implica em planejar e se preparar convenientemente para a conquista. Tal atitude se reflete positivamente num praticante de Karatê-Dô Tradicional considerando seu empenho sério e verdadeiro na busca pelo inalcançável, a perfeição. Cada aula se torna um novo desafio, não o de mostrar para os outros, mas o de superar a si mesmo, transpondo suas próprias barreiras e conhecendo suas limitações.
EFICIÊNCIA:
O treinamento técnico do Karatê-Dô Tradicional tem como objetivo principal a eficiência, sob vários aspectos. Primeiramente a primazia de se treinar verdadeiramente o que os grandes mestres nos deixaram. E compreender que o resultado obtido na aplicação de uma determinada técnica será proporcional a maneira pela qual esta técnica foi estudada e assimilada, bem como o empenho em se desenvolver todas as qualidades necessárias interligadas entre si para gerar a eficiência pretendida.
AUTOCONTROLE:
Dominar uma técnica implica em se aprofundar na mesma até que ela se torne parte de um todo, e esse todo incorporado a real finalidade de sua aplicação no momento correto e no tempo certo, contudo saber utilizá-la, condiz com a responsabilidade em assumir o efeito causado e consequentemente o modo pelo qual se pode controlar esse efeito. Assim sendo compreender suas limitações e trabalhar para estendê-las cada vez mais de forma consciente é o caminho trilhado pelo verdadeiro praticante de Karatê-Dô.
MEDITAÇÃO:
Observar além do que se vê, é na verdade compreender que o sentido em se desenvolver na magnífica Arte do Karatê-Dô, esta ligado na busca de algo a mais do que simplesmente praticar algum esporte. Após anos de pratica correta, constante e rigorosa, torna-se evidente a paz e a serenidade que se conquista, aja visto a história dos grandes mestres que dedicaram suas vidas em prol do desenvolvimento do ser humano como um todo e para um todo, contribuindo desta forma para um mundo melhor.
FILOSOFIA:
Conhecer-se a si mesmo, procurando aprimorar-se cada vez mais e tirar proveito mesmo nas derrotas que a vida nos impõe construir um ideal de valores morais e espelhar-se no que é correto e verdadeiro. Contribuir para o fortalecimento do espírito, admitindo suas falhas e assumindo a humildade como diretriz para todas as coisas. Encontrar nas dificuldades do dia a dia fator de estimulo, para continuar lutando incansavelmente como processo da evolução. Zelar pela dignidade e pela justiça, sabendo sempre diferenciar entre o certo e o errado escolhendo o caminho dos justos e unir-se sem pestanejar.
EDUCAÇÃO:
Baseado na formação do ser humano como um todo, no aprimoramento do seu caráter e da personalidade, a educação se faz presente em todo seu contexto didático e pedagógico, fundamentado no reconhecimento de valores e atribuições mútuas que se manifestam no relacionamento de uns para com os outros. Assim sendo, o assíduo praticante de Karatê-Dô Tradicional compreende que a etiqueta no “Dojô”, ou fora dele é semelhante em todos os aspectos. Pois a vida em sociedade só é possível com a moral e os bons costumes devidamente praticados e valorizados.
RESPEITO:
Atributo fundamental para com todas as coisas, alicerce da cautela e do zelo. É constantemente vivenciado por todo aquele que busca na descoberta de seus ideais, a razão pelo qual esta presente neste contexto de experiências. Admitindo que o mais velho tem muito que ensinar, e que o derrotado serviu de instrumento, ao mesmo tempo em que também descobriu algo novo. Também que cada um tem suas qualidades e os seus defeitos, bem como suas limitações, e que a importância em tomar parte no processo é vital para sua própria formação como ser vivente. E espelhando-se uns nos outros que se pode entender muito de si mesmo compreendendo que um não seria nada sem o outro, e que atitudes diferentes refletem experiências diferentes, às vezes inexperiências. O conhecimento só é digno com o respeito que se tem com o desconhecimento.
Competição.
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